Os delírios de Lula

O cinismo está em alta no PT. O exercício dessa “arte” vem sendo aprofundado depois que o petista Lula da Silva foi condenado pela segunda vez por corrupção e lavagem de dinheiro. O ex-presidente tem se esmerado em construir uma parede de cinismo como forma de proteção.

Delirando, na quinta-feira, 1º de março, Lula disse que não está acompanhando de perto a situação venezuelana e que não conversou recentemente com o ditador Nicolás Maduro, mas explicou que em 2013, quando o mandatário venezuelano assumiu o poder como herdeiro político de Hugo Chávez, morto no mesmo ano, lhe enviou uma carta dizendo que “achava que era prudente ele trabalhar para harmonizar a Venezuela”.

Sobre a maciça migração de venezuelanos devido à crise política, econômica e social que o país vive, Lula pediu “cuidado” ao abordar a questão. “Certas pessoas estão saindo por algum problema na Venezuela, temos que ter em conta que eles amam a Venezuela e que na medida em que as coisas melhorarem vão voltar, eles não querem viver em condições desfavoráveis em Boa Vista, seu coração está na Venezuela e querem voltar assim que for possível.”

Quem ouve Lula e não sabe da história, é levado a pensar o quão ponderado é o petista.

Só que Lula não fala — nem o repórter da AFP que o entrevistou pergunta — é que ele é um dos maiores responsáveis pela ascensão de Nicolás Maduro ao poder e é igualmente responsável pela perseguição, fome e assassinatos na Venezuela.

O ex-metalúrgico encerra o depoimento com uma das frases de efeito da campanha chavista: “Maduro presidente é a Venezuela que Chávez sonhou”.

Pois a Venezuela que Chávez sonhou e que Maduro, apoiado por Lula, construiu é a Venezuela da miséria, da fome, da humilhação de seus cidadãos.

E além de dar dinheiro para as campanhas de Chávez e Maduro, o governo brasileiro sob o PT de Lula e de Dilma Rousseff ajudou financeiramente as gestões dos dois ditadores, com recursos do povo brasileiro, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em verdadeiro crime de lesa-pátria.

Esse Lula é uma “comédia”!

*Yanna Bach é professora aposentada

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *